Em Santa Maria, a tarifa do transporte coletivo chegou a R$ 7,25 no pagamento em dinheiro e R$ 6,65 no cartão. Este é o segundo aumento em menos de um ano. Antes, o valor já havia subido para R$ 6,50.
A nova tarifa começa a ser aplicada na segunda-feira, 9 de março de 2026.
Junto com o reajuste, também foi implantado um novo sistema de bilhetagem eletrônica.
Na prática, a bilhetagem permite que a prefeitura e as empresas tenham maior controle sobre o sistema: quantas pessoas utilizam o transporte, quanto é arrecadado e quais linhas têm maior movimento. Para a gestão administrativa, a mudança faz sentido.
Mas para quem depende do ônibus todos os dias, a pergunta é outra:
Para muitos usuários, a resposta ainda é não.
O sistema pode ter se tornado mais moderno na parte administrativa, mas a experiência de quem depende do transporte público segue praticamente a mesma.
Além disso, as empresas afirmam que dependem de um subsídio estimado em R$ 15 milhões, que não teria sido repassado pela prefeitura em 2025. Segundo a associação das empresas, sem esse recurso o sistema enfrenta dificuldades financeiras e existe risco de redução de até 35% na operação.
Se isso acontecer, o impacto pode ser direto na rotina da população:
menos ônibus nas ruas, intervalos maiores e veículos ainda mais cheios.
No fim das contas, a tarifa sobe, existe risco de redução no serviço, e o usuário continua pagando a conta.
Transporte público não é luxo. É necessidade.
Junto com o reajuste, também foi implantado um novo sistema de bilhetagem eletrônica.
Na prática, a bilhetagem permite que a prefeitura e as empresas tenham maior controle sobre o sistema: quantas pessoas utilizam o transporte, quanto é arrecadado e quais linhas têm maior movimento. Para a gestão administrativa, a mudança faz sentido.
Mas para quem depende do ônibus todos os dias, a pergunta é outra:
- O tempo de espera diminuiu?
- Os ônibus ficaram menos lotados?
- Foram criados mais horários?
- O conforto melhorou?
Para muitos usuários, a resposta ainda é não.
O sistema pode ter se tornado mais moderno na parte administrativa, mas a experiência de quem depende do transporte público segue praticamente a mesma.
Além disso, as empresas afirmam que dependem de um subsídio estimado em R$ 15 milhões, que não teria sido repassado pela prefeitura em 2025. Segundo a associação das empresas, sem esse recurso o sistema enfrenta dificuldades financeiras e existe risco de redução de até 35% na operação.
Se isso acontecer, o impacto pode ser direto na rotina da população:
menos ônibus nas ruas, intervalos maiores e veículos ainda mais cheios.
No fim das contas, a tarifa sobe, existe risco de redução no serviço, e o usuário continua pagando a conta.
Transporte público não é luxo. É necessidade.
